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04/10/2012 | Transportes | Transcarioca

Na TransCarioca, um canteiro de obras a todo vapor

Numa região afastada da Barra da Tijuca, cercada de área verde, uma “fábrica” funciona a todo vapor. É lá que surge cada metro quadrado da nova TransCarioca, nova via expressa de 39 km que vai cruzar a Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, até a Penha, na Zona Norte. No local são fabricados […]

Numa região afastada da Barra da Tijuca, cercada de área verde, uma “fábrica” funciona a todo vapor. É lá que surge cada metro quadrado da nova TransCarioca, nova via expressa de 39 km que vai cruzar a Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, até a Penha, na Zona Norte. No local são fabricados desde pré-moldados até vigas para viadutos, além de contar com áreas de carpintaria, serralheria e usinas de concreto.

“São peças que usamos muito e, assim, conseguimos fazer numa mesma fôrma, com bastante qualidade e uniformidade, de acordo com a necessidade de usarmos na rua. Você tem um controle de qualidade muito maior, pois o produto está na sua mão”, explica o engenheiro chefe da obra, Eduardo Fagundes.

Para se ter uma ideia do ritmo da produção, de lá saíram os cerca de 1 mil metros cúbicos de concretos usados na construção do Mergulhão Billy Blanco, na Barra da Tijuca – apenas uma obra que compõe os 39 quilômetros da Transcarioca. Com essa quantidade de concreto usado no mergulhão, seria possível erguer um prédio de até 10 anos.

A  via terá 45 estações entre o Cebolão, no entroncamento entre as avenidas as Américas e Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, e o Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão. O BRT passará por cima do Mergulhão e seguirá até lá passando pela Penha, onde também está sendo construído um novo viaduto.

 

 

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