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12/08/2011 | Instalações Olímpicas | Novo Sambódromo

Reforma do Sambódromo acontece de maneira ecologicamente correta

Parte da nova Passarela do Samba é construída com material reaproveitado

Máquina tritura o entulho, que vira brita e é reutilizado na construção da arquibancada

Ao contrário de muitas obras, em que o entulho vira dor de cabeça para o dono do imóvel, na construção do novo Sambódromo do Rio tudo o que é destruído dos escombros passa a ser sinal de economia. Ecologicamente correto, o projeto foi pensado para reaproveitar boa parte do material.

– Aqui atrás, todos os detritos já foram reciclados e já viraram brita, que vai ser utilizada na construção da nova arquibancada. Tudo aquilo já foi triturado e ecologicamente pensado. A gente não teve nenhum caminhão tirando entulho. Todo o material demolido está sendo reutilizado na própria reconstrução – explica o secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro Figueira de Mello.

Mesmo antes da implosão da antiga fábrica da Brahma já era possível encontrar locais de coleta seletiva no canteiro de obras. Madeira, plástico, metais e até concreto – nada escapa. Para isso, uma máquina semelhante a uma retroescavadeira separa as vigas da alvenaria, que é triturada numa outra máquina para ser reutilizada.

– A demolidora tem seus compradores. O ferro é reaproveitado para siderúrgicas. Separa-se a ferragem e tritura-se o concreto, que será reutilizado em aterros. Isso faz parte de exigências de contratos hoje em dia. Significa diminuir custo porque eles têm uma receita proveniente da venda desse material – detalha o engenheiro Fred Boabaid, responsável da Ambev pelas obras da empresa.

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