Transolímpica
A Transolímpica vai ligar Recreio a Deodoro, numa via de 3 faixas sem sinais e nem cruzamentos, conectando-se à Transoeste, Transcarioca e Transbrasil
TransOlímpica
Sobre o Projeto

Ao longo de 26 quilômetros de extensão, o corredor ligará Deodoro ao Recreio dos Bandeirantes, atravessando a Serra do Catonho por um túnel que está sendo perfurado no Maciço da Pedra Branca. A Transolímpica vai transportar 70 mil pessoas diariamente, passando por importantes bairros como Jacarepaguá, Curicica, Taquara, Boiúna, Sulacap, Magalhães Bastos e Vila Militar. O futuro corredor beneficiará a população deixando um enorme legado de mobilidade: uma rede de transportes totalmente integrada com os BRTs Transoeste e Transcarioca, já inaugurados, e com a malha ferroviária, em Deodoro.

O que é?

A Transolímpica  vai cortar bairros importantes como Magalhães Bastos, Curicica e Sulacap.

Com investimento total de R$ 1,6 bilhão, o corredor não terá sinais de trânsito em seu trajeto e fará ligação com a Transcarioca, na Taquara, e com a Transoeste, no Recreio dos Bandeirantes, além de se interligar a outros modais, com os trens da Supervia, no bairro de Deodoro. O financiamento do corredor será feito com a iniciativa privada através do sistema de concessão, o que dará o direito de construção, manutenção e operação da via durante 35 anos. Ao todo, 70 mil pessoas serão beneficiadas diariamente pela via

O Rio Ganha. Você Também.

Com investimento total de R$1,6 bilhão, os 26km de extensão da Transolímpica farão ligação com outros dois corredores para BRT: Transcarioca, na Taquara, e a Transoeste no Recreio dos Bandeirantes, além dos trens da Supervia em Deodoro. O projeto prevê ainda a duplicação de importantes vias, como a Avenida Salvador Allende e as estradas de Curicica e do Guerenguê, em Jacarepaguá, bem como a abertura de novos caminhos pelo Maciço da Pedra Branca com a construção de um túnel com quatro emboques.

O corredor cortará os bairros da Barra, Recreio dos Bandeirantes, Camorim, Curicica, Taquara, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Vila Militar e Deodoro, transformando-se em uma opção à Linha Amarela para quem vive na Baixada Fluminense e nas regiões próximas à Avenida Brasil.

 

Onde fica

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